quarta-feira, 11 de maio de 2011

O amor da minha vida, o ladrão, a modelo e o chefinho da mafia!

Titulo quase de livro infantil, mas são apenas a parte mais peluda e carinhosa da minha família
O amor da minha vida:
Salem (Tá com cara de pantera negra na foto mas é o mais manso de todos. AMA colo, parece um boneco de pano, você pode fazer o que quiser com ele que ele não te arranha e ainda fica ronronando o tempo todo S2)





O ladrão:
Samim (Apareceu do nada na casa da minha avó quando filhote, acredita-se que algum FDP tenha jogado o pobrezinho por cima do portão ¬¬')


A modelo:
Gaia (SUUUUUUUUUPER magrinha mesmo depois de ter sido castrada xD quase 5 anos depois que ela começou a ganhar umas graminhas de peso mas ainda é a mais magrinha, metida e esnobe de todos)

E por ultimo...
O chefinho da Mafia:
Sol - O primeiro gato dessa familia, o mais gordo, o mais mimado, o mais carente e birrento. Veste terninho, camisa branca e luvinhas, sempre vai te olhar como se você fosse um verme, vive soprando e só deixa mulheres mexerem nele (É fato!xD). Tem pose e cara de mau, mas vive apanhando da Gaia XD
Bom, o Sol é basicamente o meu irmão em forma de gato. Gordo, inutil, mimado, faz escandalo por nada e ainda por cima não aguenta ficar sozinho XD Ainda assim nos o amamos.

Essa é a minha família de quatro patas felina =D De caninos tinha a Teca e o Tintin, agora só sobrou o preto velho, banguela, cego e surdo (Tadinho). Assim que eu tiver uma foto dele eu coloco aqui.
Beijinhus S2

Como pode...


...Uma romantica odiar o amor?

Olha a Minha Cara - Canto dos Malditos na Terra do Nunca




Conheci hoje, mas gostei da musica.
Me surpreendo como conheço pouco das produções nascionais, tsc tsc

Yes, i s2 blue!





Sim, eu amo azul

Assim como amo verde, vermelho, preto, e prata.
Mas especialmente azul e verde.

FODA-SE, se virei um sinal humano e não vou poder brincar de pique-esconde por algum tempo.
Estou feliz por ter conseguido. É, é isso ae!

Quanto mais eu convivo com os humanos...






Mais eu gosto dos animais e dos livros, mesmo que o segundo seja criado pelos homens, ainda assim conseguem ser melhor que os mesmos.

Livros não querem te comprar - os autores podem até querer - e eles tem toda a paciência do mundo de se manter em silencio na sua estante, te seduzindo calmamente a cada vez que os olha e le suas abas.
Eles te esperam, sem pressa. Te cativam antes mesmo de ler, e quando começa eles se tornam diferentes. Alguns, vão mais devagar, roubando um pouco da sua atenção por vez e antes que se dê conta, já não consegue larga-lo, nem mesmo quando chega ao final. Outros, vão depressa, te assaltam e você respira aliviada, como se tivesse acabado de sair de uma montanha russa, por mais que gritasse e sentisse o medo, você quer mais e mais velocidade da próxima.
Já os humanos, poucos fazem isso.
Não esperam que você se acostume com a sua presença. Não espera que procurem um assunto em comum e despejam tudo (Até eu faço isso, para provar o quanto eu não sei fazer nada) Não estão lá quando se mais precisa, e normalmente não se tem nada de util a dizer quando se está (Net destruindo os momentos em que as pessoas só precisam de um abraço ou de um colo.)
Por isso eu amo livros e animais. Ambos são sinceros, vão te divertir, podem te tirar o fôlego, te deixar furioso, mas ainda assim eles já terão roubado seu coração.

Nunca pensei que substituiria um vicio por outro tão rápido.



A culpa é exclusivamente de vocês.

Eu sou...


Masoquistamente apaixonada pela verdade



E a culpa é exclusivamente sua.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Depressão

Eu tenho uma estranha relação com esse estado de humor e espírito.

Não conheço ninguém que goste de estar deprimido. Não é por falta de motivos, a sensação é péssima e fica-se com um gosto ruim por tudo.

Mas não penso assim, não inteiramente.

A sensação é ruim, mas somente deprimida eu realmente tiro um tempo necessário para refletir sobre o que tem ocorrido. Como por exemplo, o poste antes desse eu refleti durante um banho quando estava deprimida.

Reflito com mais clareza. Nem jogando tudo para algo ruim, como minha culpa, que a vida é uma merda e vou me matar e pronto, mas também não jogo tudo com uma esperança infantil que muitas vezes me reprimo por ter. Eu apenas reflito da forma mais critica que posso, colocando em lista todos os pontos sobre os assuntos, procurando todas as exceções e todos os excessos.

Normalmente também é durante minhas depressões em que sou mais criativa para algumas historias – mesmo que meu animo para fazer qualquer coisa esteja bem reduzido.

Outro fato do qual eu não havia me dado conta é a minha atual obsessão por algo que não faço idéia do que seja. Foi uma pergunta de uma amiga preocupada comigo que me despertou por isso, e minha resposta no primeiro pensamento, sem muita reflexão foi que eu não tenho encontrado nada que desperte o meu interesse.

Ainda não descartei esta hipótese, porem começo a pensar preocupada mais alem.

Minha Raison d´être (Razão de existir). Eu sinto que falta algo, sinto um vazio que não se preenche com a companhia de uma pessoa, com uma musica, com uma atividade e nem mesmo com uma boa historia – coisa que sempre me animou. É algo maior, mais doloroso. Refletindo e apenas chegando a hipóteses sem comprovação começo a pensar que talvez só agora eu tenha me dado conta de que não tenho uma Raison d´être. Que eu apenas vivi, mas nenhum dos meus objetivos era forte o bastante para me impulsionar para frente.

Coisas tão pequenas e de importância tão duvidosa que nem mesmo meu grande sonho no momento – me mudar para Gramado assim que eu me formar – parece me motivar a estudar com mais afinco e procurar descobrir como farei para ir lá. Até penso nos próximos movimentos, se eu fizer tudo, se eu me esforçar ao máximo e não conseguir. Não consigo sentir a dor da frustração. Simplesmente, não vai.

Também não sonho mais com alguém do meu lado, com filhos que queria ter. Mal sonho direito com a minha casa pequena onde morarei sozinha – e os mais próximos de mim sabem o quanto almejo viver sozinha.

Por isso essa hipótese é a mais forte, e isso seria a causa de minha atual obsessão por algo interessante e novo, e também da minha atual depressão.

Em breve ela deve passar, como todas as outras, e voltarei ao estagio de procurar obcecadamente por algo sem nem ao menos me dar conta disso. Espero que antes disso eu chegue a uma resposta, ao menos assim essa depressão não terá sido em vão.